
quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009
Woab: puella pulchra est

Veio cheio de encantos com os cantos seus e que também são nossos, vossos e de quem os apanhar.
As asas o sol queimou e logo,
Se não tiver cuidado,
As pestanas queimará
Com tantas velas que tem para soprar e apagar.
lá lá lá lá lá lá lá lá nesta data mui querida.
domingo, 6 de Dezembro de 2009
Isto não vem a propósito...
BEAUTIFUL Soup, so rich and green,
Waiting in a hot tureen!
Who for such dainties would not stoop?
Soup of the evening, beautiful Soup!
Soup of the evening, beautiful Soup!
Beau--ootiful Soo-oop!
Beau--ootiful Soo-oop!
Soo--oop of the e--e--evening,
Beautiful, beautiful Soup!
Beautiful Soup! Who cares for fish,
Game, or any other dish?
Who would not give all else for two
Pennyworth only of Beautiful Soup?
Pennyworth only of beautiful Soup?
Beau--ootiful Soo-oop!
Beau--ootiful Soo-oop!
Soo--oop of the e--e--evening,
Beautiful, beauti--FUL SOUP!
Beautiful Soup - a poem by Lewis Carroll
(Post scriptum: Daniel, se me deixares ficar na tua casa e comeres sempre tão bem a sopa como hoje, prometo contar-te uma história.)
sábado, 5 de Dezembro de 2009
VI Jantar de Blogues da Madeira (vá, de twitteir@s, também).
Atempadamente o local da reunião da confraria será anunciado, assim que os últimos preparativos estejam ultimados.
Respeitosamente,
A organização.
Inscrições:
Woab
Baby Boy Slim - Madeira, Minha Vida
Patxocas - New Home
Su - Marakoka
Shinobi - My Asian Movies
Sancho Gomes - Conspiração às Sete
Blue - Pérolas Intemporais
quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009
terça-feira, 1 de Dezembro de 2009
"noves fora, nada!"
Os maldispostos pululam por todo lado. Só vejo nadas contrariados a boiar no meio do nada! Sinto-me também no meio do nada.
Há quem passe o tempo a reclamar que nos fins-de-semana não faz nada, a não ser trabalhar; outros a maldizerem do tempo que estão em casa, pois não têm tempo para nada e, ainda, outros a resmungarem que os feriados não lhes valem de nada, porque trabalham muito!
STOP! Eu é que não quero ouvir mais ninguém a falar dos seus “nadas”! Estou farta desses Nadas Cinzentos, Mal Encarados e Desagradáveis! Dos Nadas que nada contribuem para os meus nadas que se chamam Nadas Felizes Revitalizantes. Decididamente, não combinam com os meus nadas.
Eu considero-me uma pessoa que precisa de fazer mesmo nada, e adquiri, com o passar dos anos, a arte de nada fazer, sem remorsos e angústias. Cultivo, quando posso, essa difícil e incompreendida arte.
Nada é um aspecto fulcral para o meu equilíbrio, para não dizer mesmo essencial. Quando me sinto muito poluída com tudo e mais alguma coisa, mergulho no nada. Resulta.
Ficar um fim-de-semana fechada em casa a ler um livro do princípio ao fim, comer, dormir, “vegetar”, ver filmes… mudar a terra à plantinha, olhar os gatos dos vizinhos, ouvir a chuva a cair, ver o pôr-do-sol, beber uma cevada na varanda, enquanto aprecio as cores do mar e do céu, tentando prever o estado do tempo para amanhã… são os meus nadas deliciosos, as minhas pausas tão desejadas, as minhas reticências, o Meu-Bem-Me-Querer.
Depois, na segunda-feira, mais rica, com muita vontade de partilhar, criar e mais serena, saio de casa e regresso a tudo que ficou para fazer ou por fazer.
Explicar porque gosto fazer mesmo nada, é-me difícil e enerva todo o meu ser que passa a fazer e a acumular contas com as provas dos "noves fora, nada!".
O importante é mesmo saber fazer nada, em alguns momentos da nossa vida.
segunda-feira, 30 de Novembro de 2009
“Mas que chegava a este ponto – quem é que ia imaginar?”
domingo, 29 de Novembro de 2009
Dúvida que me atormenta nos tempos livres (que são muito poucos)
sexta-feira, 27 de Novembro de 2009
Subsídios para a discussão com C. (ad eternum)
quinta-feira, 26 de Novembro de 2009
Ai, minha vida!
"- Diz, aqui, no exercício da produção de escrita, que o texto deve ter, no mínimo, 110 palavras. Professora, pode ser umas palavras quaisquer?"
quarta-feira, 25 de Novembro de 2009
25 de Novembro - A Vogue também é muito amiguinha
terça-feira, 24 de Novembro de 2009
Uma história natalícia
Procuraram toda a casa, toda a terra,
Ninguém a achava.
Ela estava no telhado atrás da chaminé,
Olhava as estrelas e cantava.
Estava tão feliz e sossegada!
Olhava as estrelas e cantava.
Meu Deus, está louca!
Vamos levá-la.
Estava tão feliz!
Olhava as estrelas e cantava.
in Um Ritmo Perdido, de Ana Hatherly
(Obrigada, amigo, foi uma boa forma de iniciar o dia)
segunda-feira, 23 de Novembro de 2009
Boa Semana
Argumentos pró e contra "aimer
pour la beauté du geste"
Oui j'ai déjà aimé
pour la beauté du geste
mais la pomme était dure.
Je m'y suis cassé les dents.
Ces passions immatures,
ces amours indigestes
m'ont écoeuré souvent.
(...)
Mais lorsqu'on ose s'aimer
pour la beauté du geste,
ce ver dans la pomme
qui glisse entre les dents,
nous embaume le coeur,
le cerveau et nous laisse
son parfum au dedans.
domingo, 22 de Novembro de 2009
Lullaby de Domingo
terça-feira, 17 de Novembro de 2009
Viajar (e desejar)
"No."
"Why?"
"I'm getting dressed."
"Precisely."
"Don't come in, please. You're going to be horribly tired of me. All the books say I'm supposed to guard my mistery."
"I want to watch you get mysteriously dressed."
segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
domingo, 15 de Novembro de 2009
Lullaby de Domingo
And you're thinking that you just don't know
And that feeling grows
Without control
quinta-feira, 12 de Novembro de 2009
Ai, estou tão confusa*
rostos quebrados...
Outros quebravam o seu rosto contra o tempo.
Odiei o que era fácil
Procurei-te na luz, no mar, no vento.
No Tempo Dividido e Mar Novo, de Sophia de Mello Breyner
segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
domingo, 8 de Novembro de 2009
A descobrir*
na literatura na poesia no café
Ai how ridiculous ridiculous they are
é verdade ou não, Lord Byron, é ou não é?
Nas pastelarias nas igrejas no café
ai sobretudo sobretudo no café
é verdade ou não é, Lord Byron, é verdade ou não é?
Ai how ridiculous they are
zurrar o sabem no da fror
tempo em que as burras muito hão-de ganhar
como é de D. Dinis (com modificações) o teor
Mudam-se os tempos. E as vontades?
Lullaby de Domingo
sexta-feira, 6 de Novembro de 2009
quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
terça-feira, 3 de Novembro de 2009
segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
domingo, 1 de Novembro de 2009
o sorriso
Era um sorriso com muita luz
lá dentro, apetecia
entrar nele, tirar a roupa, ficar
nu dentro daquele sorriso.
Correr, navegar, morrer naquele sorriso.
Eugénio de Andrade
sexta-feira, 30 de Outubro de 2009
terça-feira, 27 de Outubro de 2009
Na avaliação, o tempo ditará, mas ninguém o ouvirá.
Crianças mal-dispostas e com o dedo acusador para o colega do lado. Crianças a serem acusadas de roubos e agressões. Crianças a destruírem material. Crianças a enganar os professores e os pais. Crianças sem vontade de ouvir.
Crianças a fazer exigências, a mentir e dizer palavras feias, muito feias, feiíssimas. Gostam de gritar, mas não têm tempo nem vontade de ouvir.
Crianças que não admitem advertências... conselhos. Não têm tempo nem vontade de ouvir.
Crianças a odiarem os adultos!! Crianças sem tempo nem vontade de ouvir.
Crianças que só proferem e percebem frases do tipo imperativo e da forma negativa; e que acreditam que o seu futuro passa por aguentar o máximo de tempo na escola. Crianças sem tempo nem vontade de ouvir.
O parâmetro mais importante na avaliação de desempenho dos alunos é o tempo, não importa em que nível, nem o conhecimento que possam adquirir. Aprender a aperfeiçoar o fazer mal sem olhar a quem, a quê e nunca perceber o porquê.
A avaliação do professor passa pela resistência psicológica, pela resistência dos ouvidos e da garganta.
Vamos ver quem e que vai ter as melhores notas: os professores ou os alunos?
Eu cá choro por todo este leite derramado... Que desperdício!















