quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

Como me sinto no papel de avaliadora


gravura de Goya (1746-1828)




segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009

Woab: puella pulchra est


O nosso belo pássaro, perdão, "pássara"?!
Veio cheio de encantos com os cantos seus e que também são nossos, vossos e de quem os apanhar.

As asas o sol queimou e logo,
Se não tiver cuidado,
As pestanas queimará
Com tantas velas que tem para soprar e apagar.

lá lá lá lá lá lá lá lá nesta data mui querida.

Boa Semana (a very special one)



Dedicated to you

domingo, 6 de Dezembro de 2009

Isto não vem a propósito...

mas eu lembrei-me da canção da Falsa Tartaruga in Alice no País das Maravilhas, porque alguém que eu já não via há muito tempo e por quem tenho muita estima, apreço e muita amizade, no momento em que nos despedíamos, disse-me: "H., é sempre bom vermos esse teu ar sereno e calmo".

BEAUTIFUL Soup, so rich and green,
Waiting in a hot tureen!
Who for such dainties would not stoop?
Soup of the evening, beautiful Soup!
Soup of the evening, beautiful Soup!

Beau--ootiful Soo-oop!
Beau--ootiful Soo-oop!
Soo--oop of the e--e--evening,
Beautiful, beautiful Soup!

Beautiful Soup! Who cares for fish,
Game, or any other dish?
Who would not give all else for two
Pennyworth only of Beautiful Soup?
Pennyworth only of beautiful Soup?

Beau--ootiful Soo-oop!
Beau--ootiful Soo-oop!
Soo--oop of the e--e--evening,
Beautiful, beauti--FUL SOUP!

Beautiful Soup - a poem by Lewis Carroll

(Post scriptum: Daniel, se me deixares ficar na tua casa e comeres sempre tão bem a sopa como hoje, prometo contar-te uma história.)

Lullaby de Domingo



Voltei a Madrugada. Que querem? Há dias que só eles rodam nas minhas viagens.

sábado, 5 de Dezembro de 2009

VI Jantar de Blogues da Madeira (vá, de twitteir@s, também).




Imbuídas/os do espírito natalício característico da época, temos o prazer de vos anunciar que o tradicional jantar de Natal/Novo Ano da blogosfera madeirense está agendado para dia 30 de Dezembro, uma espécie de final feliz para o ano 2009, onde engendraremos as principais estratégias para a época bloguística de 2010. Como tal, as/os interessadas/os devem inscrever-se nos seguintes locais: Madeira, Minha Vida, ou aqui mesmo. Poderão também enviar a inscrição para os nossos endereços virtuais.
Atempadamente o local da reunião da confraria será anunciado, assim que os últimos preparativos estejam ultimados.

Respeitosamente,
A organização.

Inscrições:
Woab
Baby Boy Slim - Madeira, Minha Vida
Patxocas - New Home
Su - Marakoka
Shinobi - My Asian Movies
Sancho Gomes - Conspiração às Sete
Blue - Pérolas Intemporais  

quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

Timor, 1975

terça-feira, 1 de Dezembro de 2009

RRRRRRRRRR

"noves fora, nada!"


Os maldispostos pululam por todo lado. Só vejo nadas contrariados a boiar no meio do nada! Sinto-me também no meio do nada.

Há quem passe o tempo a reclamar que nos fins-de-semana não faz nada, a não ser trabalhar; outros a maldizerem do tempo que estão em casa, pois não têm tempo para nada e, ainda, outros a resmungarem que os feriados não lhes valem de nada, porque trabalham muito!

STOP! Eu é que não quero ouvir mais ninguém a falar dos seus “nadas”! Estou farta desses Nadas Cinzentos, Mal Encarados e Desagradáveis! Dos Nadas que nada contribuem para os meus nadas que se chamam Nadas Felizes Revitalizantes. Decididamente, não combinam com os meus nadas.

Eu considero-me uma pessoa que precisa de fazer mesmo nada, e adquiri, com o passar dos anos, a arte de nada fazer, sem remorsos e angústias. Cultivo, quando posso, essa difícil e incompreendida arte.

Nada é um aspecto fulcral para o meu equilíbrio, para não dizer mesmo essencial. Quando me sinto muito poluída com tudo e mais alguma coisa, mergulho no nada. Resulta.

Ficar um fim-de-semana fechada em casa a ler um livro do princípio ao fim, comer, dormir, “vegetar”, ver filmes… mudar a terra à plantinha, olhar os gatos dos vizinhos, ouvir a chuva a cair, ver o pôr-do-sol, beber uma cevada na varanda, enquanto aprecio as cores do mar e do céu, tentando prever o estado do tempo para amanhã… são os meus nadas deliciosos, as minhas pausas tão desejadas, as minhas reticências, o Meu-Bem-Me-Querer.

Depois, na segunda-feira, mais rica, com muita vontade de partilhar, criar e mais serena, saio de casa e regresso a tudo que ficou para fazer ou por fazer.

Explicar porque gosto fazer mesmo nada, é-me difícil e enerva todo o meu ser que passa a fazer e a acumular contas com as provas dos "noves fora, nada!".

O importante é mesmo saber fazer nada, em alguns momentos da nossa vida.

segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

“Mas que chegava a este ponto – quem é que ia imaginar?”

O problema está exactamente no facto de só acordarmos quando as coisas chegam "a este ponto". Todos/as sabiam que ele lhe batia, mas até chegar a este ponto...
Quando nos convenceremos que esta é uma problemática embebida na forma como nos estruturamos enquanto sociedade? Que permitimos que a banalização da violência só nos provoque alguma reacção aquando destes casos extremos? Chegará o dia em que actuaremos na génese e não apenas na remediação do problema?


Boa Semana

domingo, 29 de Novembro de 2009

Dúvida que me atormenta nos tempos livres (que são muito poucos)

Ou: O acordo ortográfico provoca-*me insónias.

Alguém me pode explicar (por miúdos) a justificação para a suspensão do hífen no presente indicativo do verbo haver?
Agradecida.

*Este pode ficar, não? Ufa!

Lullaby de Domingo



Já terminou sábado e eu com tanto que fazer.

sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

Arcade Fire

Subsídios para a discussão com C. (ad eternum)

"Eu digo a palavra porque acredito que aquilo que não dizemos nós também não vemos, não reconhecemos ou lembramos. O que não dizemos transforma-se num segredo, e segredos, muitas vezes, criam vergonha, medos e mitos."
Glória Steinem in prefácio de Monólogos da Vagina
 

quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

Ai, minha vida!

"- Professorááááááá, dê-me o número do 112, a Jéssica está mal!!!!!!"


"- Diz, aqui, no exercício da produção de escrita, que o texto deve ter, no mínimo, 110 palavras. Professora, pode ser umas palavras quaisquer?"

quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

25 de Novembro - A Vogue também é muito amiguinha



 

E supostamente, tudo isto para vender trapos,  saltos e (pre)conceitos de forma muito estilizada a... mulheres.

25 de Novembro - Sisley é nossa amiga










25 de Novembro - Dolce & Gabanna são nossos amigos



 ...

25 de novembro - Jimmy Choo é nosso amigo



A ideia é vender sapatos... a mulheres.

terça-feira, 24 de Novembro de 2009

Uma história natalícia

História da Menina Louca

Procuraram toda a casa, toda a terra,
Ninguém a achava.
Ela estava no telhado atrás da chaminé,
Olhava as estrelas e cantava.
Estava tão feliz e sossegada!
Olhava as estrelas e cantava.

Meu Deus, está louca!
Vamos levá-la.

Estava tão feliz!
Olhava as estrelas e cantava.

in Um Ritmo Perdido, de Ana Hatherly

(Obrigada, amigo, foi uma boa forma de iniciar o dia)

segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

La Domination Masculine

Tuer [seulement] les femmes

Boa Semana


Argumentos pró e contra "
aimer
pour la beauté du geste"


Oui j'ai déjà aimé

pour la beauté du geste
mais la pomme était dure.
Je m'y suis cassé les dents.
Ces passions immatures,
ces amours indigestes
m'ont écoeuré souvent.
(...)
Mais lorsqu'on ose s'aimer
pour la beauté du geste,
ce ver dans la pomme
qui glisse entre les dents,
nous embaume le coeur,
le cerveau et nous laisse
son parfum au dedans.

domingo, 22 de Novembro de 2009

Lullaby de Domingo




Desde que finalmente adquiri o Femina, as faixas têm rodado a uma velocidade considerável.
(mais faixas no link recomendado)

terça-feira, 17 de Novembro de 2009

Viajar (e desejar)

"Can I come in?"
"No."
"Why?"
"I'm getting dressed."
"Precisely."
"Don't come in, please. You're going to be horribly tired of me. All the books say I'm supposed to guard my mistery."
"I want to watch you get mysteriously dressed."
Leonard Cohen, The Favorite Game
(directamente daqui - merci pour ton amitié )

segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

Boa Semana



Na semana da "Carta da Compaixão", eis o nosso contributo.

domingo, 15 de Novembro de 2009

Lullaby de Domingo



Have you ever been alone in the night time
And you're thinking that you just don't know
And that feeling grows
Without control

(não percebo porque não é mais ouvido. Sou fã absoluta de tudo o que dele conheço)

quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

A ler Derrida e Foucault

Por recomendação do Funes, claro.

Ai, estou tão confusa*

Mas desde quando o casamento civil é uma prerrogativa do catolicismo? A César o que é de César.

* Também gostei muito do conceito de anti-valor (em relação a homossexualidade e que coloca em perigo as famílias portuguesas - as dignas desse nome, claro, que umas são mais famílias do que outras), proferido por um dos responsáveis da Igreja em Portugal - não me recordo do senhor, eram tantos homens sentados à volta de uma mesa a decidir pelas consciências de  todos os católicos e católicas (?) deste País...


rostos quebrados...

Tive amigos que morriam, amigos que partiam
Outros quebravam o seu rosto contra o tempo.
Odiei o que era fácil
Procurei-te na luz, no mar, no vento.

No Tempo Dividido e Mar Novo, de Sophia de Mello Breyner

segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

Boa Semana

domingo, 8 de Novembro de 2009

A descobrir*

Os intelectuais soen muy ben zurrar
na literatura na poesia no café
Ai how ridiculous ridiculous they are
é verdade ou não, Lord Byron, é ou não é?
Nas pastelarias nas igrejas no café
ai sobretudo sobretudo no café
é verdade ou não é, Lord Byron, é verdade ou não é?
Ai how ridiculous they are
zurrar o sabem no da fror
tempo em que as burras muito hão-de ganhar
como é de D. Dinis (com modificações) o teor


António Gancho, O Ar da Manhã 


*Foi-me apresentado por um colega que me tem surpreendido. De repente, numa sala repleta de nada, há alguém que realmente nos fala.



Mudam-se os tempos. E as vontades?

Ao que parece, devo ser das poucas que nunca leu Isabel Alçada e só sabe vagamente em que consiste a colecção Uma Aventura; portanto, até agora, apenas sabia que a senhora tinha escrito uma catrefada de livros juvenis nos quais nunca pus olhinhos. Obviamente que li literatura juvenil; recordo-me das leituras a más horas das colecções Colégio das Quatro Torres  e d Patrícia. Esta última foi decididamente a minha paixão mais violenta; era viciada na miúda ruiva e sardenta que andava com um grupo de amigos e um cão em actividades detectivescas (e que obviamente nunca tive a sorte de me acontecerem).  A veneração prolongou-se  até por volta dos meus 12 anos e até aí reuni  todos os livros que consegui apanhar (ano após ano constavam da minha lista de presentes a pedido nos anos e no Natal). Recordo a ofensa que foi ouvir a alguém que aquela paixão haveria de passar. O ultraje foi enorme e secretamente jurei nunca trair a autora de Patrícia, nem a Patrícia, nem o Tim, nem todos os outros. Ao fim de tantos anos, não recordo quem escreveu, nem me lembro da maior parte das personagens. Relego Patrícia apenas para a minha infância e sei que é uma heroína datada.
Por tudo o que desinspiradamente expus anteriormente, não percebo o entusiasmo quase unânime com a mudança para Isabel Alçada. Não compreendo como pessoas adultas colocam esperanças numa pessoa única e exclusivamente porque fez parte do seu universo infantil; ainda que importante, o facto de ter escrito livros juvenis não lhe confere mais ou menos competências para exercer o cargo que agora inicia. Não me interpretem mal; não condeno a senhora por tê-los escrito, nem tão pouco vaticino um desempenho menos brilhante porque os escreveu. Apenas não consigo vislumbrar qualquer correspondência entre o que escreveu e o cargo que agora ocupa. Prefiro esperar para ver.

Confesso que me preocupa o facto de a saber crente em Sócrates.

Lullaby de Domingo

  Fly with aeroplanes (quando nos permitem)
Out of here



Hoje apetece-me veludo.

sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

"o mundo ao contrário"

quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

É sempre que a publicidade quiser

Mas já chegamos ao Natal?
(e ainda só vamos a 5. De Novembro)

terça-feira, 3 de Novembro de 2009

segunda-feira, 2 de Novembro de 2009

Boa Semana

domingo, 1 de Novembro de 2009

Beijo-te (Rodin)
Beija-me (Rodin)

o sorriso

Creio que foi o sorriso,
sorriso foi quem abriu a porta.
Era um sorriso com muita luz
lá dentro, apetecia
entrar nele, tirar a roupa, ficar
nu dentro daquele sorriso.
Correr, navegar, morrer naquele sorriso.


Eugénio de Andrade

Lullaby de Domingo



In the mood

sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

I´m bored

terça-feira, 27 de Outubro de 2009

Na avaliação, o tempo ditará, mas ninguém o ouvirá.


Passei a semana a ver crianças a correr tresloucadamente e aos gritos nos corredores, nas salas e nos jardins do recinto da escola. Crianças a discutirem com os professores, funcionários e com tudo que se mexia...
Crianças mal-dispostas e com o dedo acusador para o colega do lado. Crianças a serem acusadas de roubos e agressões. Crianças a destruírem material. Crianças a enganar os professores e os pais. Crianças sem vontade de ouvir.
Crianças a fazer exigências, a mentir e dizer palavras feias, muito feias, feiíssimas. Gostam de gritar, mas não têm tempo nem vontade de ouvir.
Crianças que não admitem advertências... conselhos. Não têm tempo nem vontade de ouvir.
Crianças a odiarem os adultos!! Crianças sem tempo nem vontade de ouvir.
Crianças que só proferem e percebem frases do tipo imperativo e da forma negativa; e que acreditam que o seu futuro passa por aguentar o máximo de tempo na escola. Crianças sem tempo nem vontade de ouvir.

O parâmetro mais importante na avaliação de desempenho dos alunos é o tempo, não importa em que nível, nem o conhecimento que possam adquirir. Aprender a aperfeiçoar o fazer mal sem olhar a quem, a quê e nunca perceber o porquê.

A avaliação do professor passa pela resistência psicológica, pela resistência dos ouvidos e da garganta.

Vamos ver quem e que vai ter as melhores notas: os professores ou os alunos?

Eu cá choro por todo este leite derramado... Que desperdício!



Cogitações avulsas de uma saudosista

Inicio a leitura de um post que mistura Coimbra, Faculdade, cabelos longos e utopias de início de percurso. Imediata e inadvertidamente, redesenho a leitura como se da minha Coimbra e do(s) meu (s)ano se tratasse(m). As minhas personagens povoam o texto até ao momento em que uma data lhes rouba existência; a autora do texto refere-se a 2002 e nessa data já não havia Coimbra para mim (apenas Coimbra em mim).

segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

Boa Semana





domingo, 25 de Outubro de 2009

Histórias da Madeira Nova

Numa região que se diz de brandos costumes e que acena esquizofrenicamente com o estribilho de Madeira Nova, são 86 as queixas mensais formalmente apresentadas e referentes a violência doméstica.  O que equivale a uma média diária de 3 queixas.
É verdade que as coisas tendem a melhorar; se há uns anos atrás o fenómeno nem era considerado, hoje há um esforço para que a realidade não continue tão cruel.  É uma boa notícia, a existência de um Plano Regional Contra a Violência Doméstica, é uma boa notícia a existência de 3 casas abrigo, é uma boa notícia a sensibilização e especialização de agentes da autoridade  para este tipo de crime. É excelente o trabalho desenvolvido  pela equipa do Centro de Segurança Social da Madeira e de todas as associações que se dedicam a este flagelo. Mas, como muito bem aponta André Escórcio, não bastam as medidas de remediação e de apoio à vítima, ainda que essenciais. E certo é que essas medidas, pela natureza difícil deste tipo de crime, penalizam ainda mais a vítima, que é quem se esconde e modifica toda a sua vida em função da intolerância de outrem. É preciso ir mais longe no combate a este tipo de crime e apostar na sua prevenção; parece-me essencial que a problemática seja trabalhada nas Escolas, na formação das nossas crianças que convivem com esta realidade e estruturam desde cedo os relacionamentos a dois a partir do princípio de propriedade. É preocupante constatar que em muitos casais adolescentes existam já casos de intolerância em relação ao comportamento do outro; que se valorize a questão do ciúme - que em última análise conduz a comportamentos mais violentos. É preciso apostar na educação dos afectos, na medida em que muitos dos/das nossos/as jovens nunca tiveram exemplo de uma relação saudável em casa e tendem a repetir comportamentos.



 (Helena Almeida)


É absolutamente necessário apostar no esbatimento dos preconceitos de género ainda tão arreigados na RAM, em que muitos homens consideram que o comportamento de galo da capoeira ainda está muito bem cotado e em que muitas mulheres consideram que quem deve mandar lá em casa é o elemento do sexo masculino e que ainda precisam de quem delas tome conta.O mais trágico é que este tipo de crença não se verifica somente nas franjas mais empobrecidas; estes princípios são repetidos um pouco por todo o lado, por pessoas que tiveram a oportunidade de crescer e não a aproveitaram condignamente, pessoas com responsabilidade no amanhã da Região e que continuam a perpetuar os costumes sexistas numa Madeira Nova por vir. Não basta anunciá-la, não basta desejá-la. É preciso construí-la e o trabalho começa desde cedo.
É lamentável que um projecto como o EQUAL - Projecto Agir Para a Igualdade  não tenha encontrado eco na maior parte das escolas do Funchal, ainda que há algum tempo sejam convidadas para as sessões de sensibilização. Neste ano lectivo, apenas uma escola do Funchal aderiu ao projecto (e curiosamente é o Concelho onde se regista maior número de queixas). Todas as outras escolas integrantes do projecto são de outros concelhos. (o que é, obviamente, uma mais valia para as regiões a que pertencem). Mas não deixa de ser curioso que seja no dito centro da Região, onde a intelectualidade regional tende estar concentrada, que não haja suficiente sensibilização para estas questões.  Esclarecedor, não é?

Lullaby de Domingo



Sou capaz de ouvir isto ininterruptamente.

sexta-feira, 23 de Outubro de 2009

Considerações rápidas sobre VPV

Medíocre, é a única coisa que me ocorre ao ler a sua crónica, sobre a qual recebi recomendações via sms. E nada mais precisa ser dito.

(E não, Sancho, com isto não quero legitimar as afirmações de Saramago, até porque não as ouvi).